SuplenteDeputado estadual · AmapáREPUBLICANOS 10777
Dr Renan Rosas
Ficou como suplente do REPUBLICANOS. Teve 1.812 votos. Para entrar, precisava passar o último eleito da sua lista, que teve 8.098: faltaram 6.287.
Ver no Quem manda
Fonte: TSE, dados abertos
Votos1.8120,39% dos válidos
Na fila da lista13º de 26a lista elegeu 5
Faltaram6.287votos para a última vaga da lista
BensR$ 195,0 mil2 itens
Idade40 anosnasceu em 09/06/1986
A fila do REPUBLICANOS
Deputado estadual · AP · 26 candidatosO partido (ou a federação) ganha as vagas pela soma dos votos de todos os seus candidatos. Entram os mais votados da lista, até acabarem as vagas que ela fez.
- 1
Hildegard GurgelREPUBLICANOS · eleito pelo quociente partidário12.357
- 2
KinovakREPUBLICANOS · eleita pelo quociente partidário9.978
- 3
Telma NeryREPUBLICANOS · eleita pelo quociente partidário8.545
- 4
Jaime PerezREPUBLICANOS · eleito pelo quociente partidário8.222
- 5
Coronel FlexaREPUBLICANOS · eleito pela média8.098
- 6
Teka do JoryREPUBLICANOS7.977
- 7
Rayfran BeirãoREPUBLICANOS7.301
- 8
Dudu BarbosaREPUBLICANOS6.107
- 13
Dr Renan RosasREPUBLICANOS1.812
Bens declarados
R$ 195.000,00declarou menosmetade declarou até R$ 72,0 mildeclarou mais
Declarou mais que 64% dos 194 candidatos a deputado estadual no estado.
Imóveis 90%Empresas 10%
- Quotas ou quinhões de capitalQuotas de quinhãoR$ 20.000,00
- TerrenoTerreno ruralR$ 175.000,00
Valores como o candidato declarou ao TSE no registro. Números longos na descrição saem omitidos: às vezes é conta bancária ou CPF.
Quem é
Pessoa
Nome completoRenan da Silva Rosas
Nascimento09/06/1986 · 40 anos
Natural deAmapá
GêneroMasculino
Cor ou raçaParda
Estado civilCasado(a)
Estudo e trabalho
EstudoSuperior completo
Profissão declaradaMédico
A chapa
Concorreu sem coligação.
Trajetória
eleições no TSE desde 20182026SuplenteDeputado estadual · AP · REPUBLICANOS · 1.812 votos
Primeira vez em eleição geral desde 2018, pelos arquivos do TSE.
Fonte: Portal de Dados Abertos do TSE (candidaturas, bens e resultado de 2026, 2022 e 2018). O SeuBrasil é independente e não tem vínculo com o Tribunal.