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Sábado, 31 de outubro
Foto de Professor Edivaldo
SuplenteDeputado estadual · Mato GrossoPSD 55234

Professor Edivaldo

Ficou como suplente do PSD. Teve 202 votos. Para entrar, precisava passar o último eleito da sua lista, que teve 19.911: faltaram 19.710.

Fonte: TSE, dados abertos
Votos2020,01% dos válidos
Na fila da lista18º de 23a lista elegeu 1
Faltaram19.710votos para a última vaga da lista
BensR$ 135,0 mil4 itens
Idade66 anosnasceu em 19/09/1960

A fila do PSD

Deputado estadual · MT · 23 candidatos

O partido (ou a federação) ganha as vagas pela soma dos votos de todos os seus candidatos. Entram os mais votados da lista, até acabarem as vagas que ela fez.

  1. 1Wilson SantosPSD · eleito pela média19.911
  2. 2Gilmar FabrisPSD15.541
  3. 3Rafaela FávaroPSD9.787
  4. 4Bruna SantiagoPSD3.238
  5. 18Professor EdivaldoPSD202
Ver os 23 da lista

Bens declarados

R$ 135.039,10
declarou menosmetade declarou até R$ 260,0 mildeclarou mais

Declarou mais que 40% dos 268 candidatos a deputado estadual no estado.

Veículos 67%Imóveis 30%Dinheiro e aplicações 2%Empresas 2%
Ordenar por
  • Depósito bancário em conta corrente no paísCaixa economica federalR$ 2.393,69
  • Outras aplicações e investimentosBb ourocapR$ 2.332,08
  • CasaParque cuiaba - cuiaba/mtR$ 40.000,00
  • Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.Toytota yarisR$ 90.313,33

Valores como o candidato declarou ao TSE no registro. Números longos na descrição saem omitidos: às vezes é conta bancária ou CPF.

Quem é

Pessoa

Nome completoEdivaldo Rocha dos Santos
Nascimento19/09/1960 · 66 anos
Natural dePiauí
GêneroMasculino
Cor ou raçaBranca
Estado civilCasado(a)

Estudo e trabalho

EstudoSuperior completo
Profissão declaradaServidor público municipal

A chapa

Concorreu sem coligação.

Trajetória

eleições no TSE desde 2018
2026SuplenteDeputado estadual · MT · PSD · 202 votos

Primeira vez em eleição geral desde 2018, pelos arquivos do TSE.

Fonte: Portal de Dados Abertos do TSE (candidaturas, bens e resultado de 2026, 2022 e 2018). O SeuBrasil é independente e não tem vínculo com o Tribunal.